Usar um personagem para comunicar os valores de uma marca é uma forma empática de conquistar clientes. Através de um rosto, que serve como porta-voz do produto, pode-se, mais do que atingir o público-alvo, torná-lo confidente. Falamos aqui no blog da Diretriz sobre o personagem de marca do tipo “humano real”, popularmente conhecido como “garoto-propaganda”. Explicamos também que esse tipo de personagem é um ponto de uma linha que vai dos seres gráficos (personagem-signo, mascote, licenciado gráfico) aos humanos (ficcional e real). Nesse post, iremos falar sobre os humanos ficcionais.

Esse tipo de personagem de marca é comum na publicidade nacional. Um ator é contratado para interpretar uma persona, na maioria das vezes um papel cômico vinculado a uma marca. Diferente do garoto-propaganda, ator e personagem são duas entidades diferentes. Um dos casos mais icônicos da publicidade nacional é o Baixinho da Kaiser.

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Nascido José Valien Royo, o catalão foi, durante muito tempo, o personagem principal de diversas peças publicitárias de uma das cervejas mais conhecidas do país. O popularmente conhecido “Baixinho da Kaiser” começou sua carreira do sucesso meio por acidente. Ele era motorista de uma produtora de comerciais, inclusive fazia figuração em diferentes produções. Em 1986, foi chamado para protagonizar uma das campanhas, e daí começou seu sucesso, que durou mais de uma década. Hoje, aparece vez ou outra em alguma campanha saudosista, mas pode-se dizer que se tornou um dos marcos do mercado publicitário nacional.

Talvez o mais icônico dos casos de humano ficcional do mercado publicitário nacional seja o Garoto Bombril. Carlos Moreno é o rosto que se vê ao pensar na marca que se tornou sinônimo de palha de aço. Com seu jeito engraçado e discurso direcionado às donas de casa (público-alvo da marca), conquistou corações e o top of mind do segmento. Obviamente, assim como o Baixinho da Kaiser, Carlos Moreno interpreta um personagem fictício. O ator mesmo já participou de outros comerciais de outras marcas, como o Banco do Brasil, ao lado de Reynaldo Gianecchini. O Garoto Bombril, no entanto, se tornou parte da cultura brasileira.

O pirata do Rum Montilla não figura somente nas embalagens da bebida (o que o tornaria também outro tipo de personagem de marca, o personagem-signo), mas também em comerciais da marca. Diferentes atores atuam pelo mesmo personagem: um caso perfeito de personagem de marca humano ficcional.

Marcas de qualidade contam boas histórias, tanto nos meios de comunicação tradicionais como na Internet. Definir estratégias de marketing campeãs é uma forma de contar a história de sua marca e conseguir, mais do que retorno financeiro, a simpatia do público-alvo.  Fale conosco, conheça as soluções que a Diretriz Digital tem a oferecer para a sua empresa. Pensou em marketing digital, pensou na Diretriz. Ligue (85) 8852-1681 e confira!